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May vence mas não convence

May vence mas não convence
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De  Euronews
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May vence mas não convence. A vitória na moção de confiança interna nos conservadores espelhou a envergadura da revolta que May enfrenta no partido e que se junta à oposição na votação parlamentar do dia 21.

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Um resto de noite tranquilo para Theresa May mas com o seu acordo do Brexit sem grande margem para passar no Parlamento. A primeira-ministra britânica mostrou quem manda no seu partido conservador ao vencer a moção de confiança interna, depois de mais de um mês de divisão.

Uma confiança que não convence todos e que coloca dúvidas sobre o potencial que o acordo Brexit de May tem para ser aprovado no parlamento, já que os 200 votos a favor e 117 contra lhe dão pouca robustez quando o documento for submentido a câmara dos comuns no dia 21 de janeiro

"A seguir este voto, nós agora precisamos continuar com o trabalho de entregar o Brexit para o povo britânico e construir um melhor futuro para este país; um Brexit que concretize o voto do povo, que unifique o país em vez de o entricheirar em divisões. Temos que começar aqui em Westminster com políticos de todos os lados a unirem-se e a atuar pelo interesse nacional", declarou a primeira-ministra.

Apesar da vitória renovar a motivação da primeira-ministra... as críticas e a oposição interna não desapareceram.

"Eu acho que a primeira-ministra devia demitir-se. Ela não vai conseguir fazer passar o acordo, o seu muito mau compromisso Brexit não é apoiado pelos unionistas do Ulster, por muitos conservadores e pela oposição", diz Jacob Rees-Mogg, conservador pró-Brexit.

"Quase 40 por cento dos que melhor conhecem theresa may, os proprios deputados conservadores, votaram e disseram que não têm confiança nela como primeira ministra. é alguém que basicamente não tem credibilidade", afirma o trabalhista Richard Burgon.

O voto foi despoletado por deputados irritados com a forma como May tem conduzido a política de divórcio do Reino Unido com a União Europeia. Dizem ser uma traição ao resultado do referendo de 2016.

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