Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.
Última hora

Televisão pública torna-se epicentro de protestos contra Orbán

Televisão pública torna-se epicentro de protestos contra Orbán
Direitos de autor
REUTERS/Marko Djurica
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

A sede da televisão pública húngara, em Budapeste, é o novo epicentro dos protestos contra o governo conservador nacionalista de Viktor Orbán, que entram no sexto dia consecutivo.

A MTVA é acusada de difundir informações de forma parcial e ignorar a voz dos contestatários.

Depois de 24 horas no interior, vários deputados da oposição aceitaram o pedido da polícia para sair do local, mas prometeram manter-se mobilizados às cerca de 3000 pessoas que os vieram apoiar no exterior.

As manifestações têm como alvo principal a nova lei laboral, apelidade de "lei da escravatura", mas também a falta de objetividade dos meios de comunicação oficiais e os receios pela independência da justiça.

Um manifestante diz que "não é correto fazer passar leis na Hungria pela força bruta, sem consultar ninguém".

Outra afirma que "é um conjunto enorme de leis e emendas, quase 3000, que não foram discutidas nem debatidas". E acrescenta que "apesar de não ser advogada, [acha] tudo muito estranho".

Um feito notável desta vaga de contestação é o facto de que é a primeira vez, desde a chegada de Orbán ao poder em 2010, que a totalidade da oposição, da esquerda à extrema-direita, faz frente comum face ao poder.