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Mulheres cientistas querem "big bang" na igualdade

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De  Ricardo Figueira
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Mulheres cientistas querem "big bang" na igualdade
Direitos de autor  MTI Fotó: Kallos Bea

Há cada vez mais mulheres na ciência, mas hás muito caminho ainda por percorrer. Por isso, um grupo de cerca de 300 mulheres cientistas decidiram lançar o que chamam um "big bang" que faça com que o mundo da investigação científica passe a ser mais igualitário.

Esta segunda-feira celebrou-se o dia internacional da mulher e da menina na ciência. A ONU apresentou dados que referem muitas barreiras às mulheres neste campo.

No entanto, há vários países da União Europeia onde as mulheres representam mais de metade dos cientistas e engenheiros e Portugal é um desses países, segundo os dados do Eurostat. Finlândia, Luxemburgo e Hungria são os últimos países da lista, onde a proporção de mulheres está na casa dos 20%.

Estas 300 cientistas formam parte de uma rede batizada Homeward Bound, que tem como objetivo encontrar, no prazo de dez anos, 1000 mulheres em todo o mundo, de várias idades e nacionalidades, que façam com que haja mais presença feminina em posições de liderança neste campo. Querem também estimular as meninas e as jovens em idade escolar a seguir carreira na ciência.