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Paquistão vai libertar piloto indiano

Paquistão vai libertar piloto indiano
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ISPR Handout via REUTERS
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A decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro paquistanês no parlamento de Islamabad. Imran Khan falou na libertação do piloto indiano como um gesto de paz. Revelou que pediu à Índia para não deixar que a escalada de tensão continue, “porque o que quer que faça, o Paquistão será obrigado a retaliar”. Pediu também o empenho e o envolvimento da comunidade internacional.

O apelo ao diálogo do lado do Paquistão ainda não teve uma resposta do governo de Nova Deli.

Esta quinta-feira, o primeiro-ministro indiano saudou as tropas do país e acusou o Paquistão de conspirar para "desestabilizar a Índia". Afirmou que “quando o inimigo conspira para desestabilizar, quando conduz um ataque terrorista - o objetivo é pôr fim ao progresso e à velocidade da progressão e estagnar o país”.

A região de Caxemira é reivindicada pelas duas potências nucleares.

A tensão aumentou depois do ataque suicida de 14 de fevereiro, no qual morreram pelo menos 40 membros da polícia indiana. Índia considera que o Paquistão esteve envolvido no ataque. Islamabad nega as acusações.

No terreno a situação é de emergência humanitária

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