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Boeing admite falhas no 737 MAX

Boeing 737 MAX - foto de arquivo
Boeing 737 MAX - foto de arquivo -
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REUTERS/Matt Mills McKnight
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A Boeing reconhece, pela primeira vez, defeitos no 737 MAX, o modelo de avião na origem de dois acidentes que provocaram a morte a 346 pessoas.

A companhia norte-americana anunciou que corrigiu o simulador de voo para garantir uma experiência mais próxima da realidade em determinadas condições. Durante os treinos, os pilotos podem agora controlar manualmente o ângulo do avião, uma das falhas apontadas como tendo estado na origem dos acidentes.

O modelo 737 MAX da Boeing está suspenso. Não pode voar desde Março, depois do acidente registado sob a bandeira da Ethiopian Airlines, que provocou a morte de 157 pessoas. Cinco meses antes, na Indonésia, um voo do mesmo modelo operado pela Lion Air também se tinha despenhado com 189 pessoas a bordo.

Pela primeira vez, a empresa assume defeitos na concepção do 737 MAX, mas não revela quando soube da existência dos problemas.

O relatório preliminar do acidente com a Ethiopian airlines revela que os pilotos, apesar de muito jovens, aplicaram todos os procedimentos de emergência.