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Guerra comercial EUA-China agita mercados

Guerra comercial EUA-China agita mercados
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A China recou na desvalorização acentuada da moeda. Esta terça-feira, vendeu títulos da dívida e equilibrou o Yuan, que tinha atingido mínimos de mais de uma década.

O movimento trouxe uma calma temporária aos mercados. Mas mantêm-se os receios, apesar das garantias do banco central chinês. "A desvalorização recente da taxa de câmbio do Yuan foi determinada pelo mercado. O Banco do Povo da China tem estado a trabalhar fortemente para manter uma moeda estável e uma taxa de câmbio equilibrada e tem apoiado a recuperação da economia global. A China sempre teimou em não fazer desvalorizações competitivas. Não usa e não usará a taxa de câmbio como uma ferramenta durante as negociações comerciais ", afirmou Wang Xin, diretor-geral do gabinete de análise do Banco Central chinês, em conferência de imprensa.

O presidente norte-americano diz que não há razões para preocupações porque os EUA estão numa posição muito forte; Há um volume enorme de dinheiro chinês a entrar no país e várias empresas estão até a mudar as sedes para os Estados Unidos.

Os analistas duvidam da sustentabilidade deste discurso. Steve Pruitt, especialista em administração pública, considera que Trump não poderá "continuar a dizer às pessoas - especialmente com este novo conjunto de taxas - que os chineses nos estão a pagar milhões de dólares" porque quando as pessoas, nas lojas, virem "um artigo que era 9,99 a 11,99 ou 12,99, vão perceber."