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Festival Iminente volta a iluminar "o ponto mais alto" de Lisboa

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Atuação de Holy Wood na noite de abertura do Festival Iminente 2019
Atuação de Holy Wood na noite de abertura do Festival Iminente 2019   -   Direitos de autor  Vera Marmelo/ Facebook @festivaliminente
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Está a decorrer em Lisboa a quarta edição do Festival Iminente, uma manifestação musical e visual de arte urbana, incluindo também exibições de skate ou break dance.

Mais de uma centena de artistas exibem os seus talentos sob o lema da Identidade e Diversidade, como explicou à Agência Lusa o diretor do festival.

"Temos várias peças ao longo do espaço. Uma peça do Vhils, uma da Ana Argão. Cada um tem a sua temática. O foco é a identidade e é também relacionado com a diversidade, que é a parte da curadoria musical. Cada um tem o seu tema por trás", disse Tiago Silva ainda antes do arranque do festival nesta última quinta-feira à noite.

Melhor arranque era difícil. O Panorâmico de Monsanto encheu-se para receber a primeira noite de @festivaliminente....

Publiée par Festival Iminente sur Vendredi 20 septembre 2019

Dois dias esgotados

A primeira noite encheu de gente curiosa "o ponto mais alto de Lisboa", como a organização descreveu o local onde se situa o Miradouro Panorâmico de Monsanto, repetente este ano como palco do festival promovido pelo reconhecido escultor urbano Vhils e pelo coletivo Underdogs.

O Iminente nasceu com o propósito de combinar a vanguarda urbana da arte e da música, aproximando-as do grande público.

O espaço onde decorre esta quarta edição tem lotação para cinco mil pessoas em cada um dos dias. Os bilhetes para sexta-feira e para sábado esgotaram bem antes da abertura das portas.

Já com raízes também em Londres, Xangai e Rio de Janeiro, este ano o Iminente lisboeta conta deixar uma vez mais pegada artística no Miradouro Panorâmico de Monsanto.

"Temos o exemplo do 'mais/menos' (+/-), que é a mais vistosa de todas. Temos várias pessoas (a produzir aqui as suas obras) e o intuito é sempre irmos acrescentando conteúdo ao espaço. Há sempre pinturas que ficam de uma edição para a outra e este ano vamos voltar a deixar algumas peças no espaço", revelou Tiago Silva.

Hip-hop e Cabo Verde no cartaz

Além das muitas paredes existentes no espaço e que vão servir de telas para diversas obras de arte urbana bem frescas, pelos cinco palcos existentes este ano no festival passam artistas de diversos quadrantes e há até espaço para uma batalha de "b-boys", entenda-se dançarinos de break dance.

No cartaz musical destaque para a atuação do ator e "rapper" norte-americano Common e para a cabo-verdiana Mayra Andrade, entre diversos novos valores do hip-hop português e internacional.

O fecho do festival, no domingo à noite, passa pelas mãos de vários DJ, destacando-se a dupla portuguesa Beatbombers, de DJ Ride e Seterossauro, e a brasileira Badsista.

O programa do festival pode ser consultado aqui.