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Pontapé de saída para as obras da Aldeia Olímpica em Paris

Pontapé de saída para as obras da Aldeia Olímpica em Paris
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De  Patricia Tavares
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Em Saint Denis e Saint Ouen alguns habitantes mostram-se descontentes com os obras. Temem a poluição e possíveis perturbações.

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O pontapé de saída para as obras da aldeia Olímpica em Seine-Saint-Denis, nos subúrbios de Paris, foi dado pelo primeiro-ministro de França, Edouard Philippe.

Até 2020, a empresa pública responsável pelo construção do projeto olímpico vai destruir antigas fábricas, empresas e residências - é a primeira fase do projeto. A segunda fase da construção deve começar em 2021.

"Toda esta organização, investimento e mobilização não devem desaparecer assim que a chama olímpica se apagar. É preciso continuar. O nosso país, a Grande Paris e a zona de Saint Denis e todas as pessoas que participaram nesta organização devem continuar a aproveitar os Jogos Olímpicos. É preciso deixar um legado."
Edouard Philippe
primeiro-ministro de França
"Como fui atleta, sei que a aldeia olímpica é o coração dos jogos olímpicos. Será o ADN destas Olimpíadas. Vamos dar as boas-vindas ao mundo aqui. Então, é bom ver este apoio coletivo".
TONY ESTANGUET
antigo atleta

Com 51 hectares, a aldeia olímpica vai receber mais de 15 mil atletas, em três subúrbios do norte de Paris: Saint Denis, Sainte Ouen e L'Ile Saint Denis.

Depois dos jogos, o objetivo é transformar a aldeia olímpica num espaço ecológico, com residências e escritórios.

No entanto, em Saint Denis e Saint Ouen alguns habitantes mostram-se descontentes com os obras. Temem a poluição e possíveis perturbações.

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