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Bélgica lembra a batalha que matou dezenas de milhares de soldados

Bélgica lembra a batalha que matou dezenas de milhares de soldados
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The Associated Press/Francisco Seco
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A Bélgica, sob o olhar atento de figuras de outros países, marcou o 75º aniversário do início daquele que foi um dos pontos altos da Segunda Guerra Mundial, a Batalha das Ardenas, que terminou com os aliados a travarem a última ofensiva de Adolf Hitler.

Um dos veteranos presentes na cerimónia lembra um dos momentos que mais o marcou:

"Estava um nevão. Fomos colocados na periferia da cidade. Estava um gelo... Então, uma senhora belga, com um xaile, apareceu com duas canecas de canja quente, para cada um de nós. Acho que foi a melhor refeição que já comi", conta o veterano de guerra, dos EUA, Malcom Marsh, conhecido por BUCK.

Uma página cruel da história da Humanidade. Dezenas de milhares de soldados morreram à procura de uma vitória que levasse à paz. Uma lição para a vida.

"Uma Europa pacífica e unida foi a lição que os europeus aprenderam com o extremismo nacionalista e racista, com a guerra e a destruição. Por favor, não esqueçamos isso, particularmente nos dias de hoje em que o fascínio pelo nacionalismo e o pensamento etnocêntrico volta a aumentar", pediu Frank-Walter Steinmeier, presidente da Alemanha.

A também conhecida por Batalha do Bulge foi a última ofensiva alemã da Segunda Guerra Mundial, lançada de surpresa a 16 de dezembro de 1944. Uma ofensiva com danos colaterais, como todas. Cerca de 3000 civis acabaram mortos durante os bombardeamentos.

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