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Europa de olhos postos no COVID-19

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Europa de olhos postos no COVID-19
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Itália, o segundo país mais afetado pela nova estirpe de coronavírus, continua a tentar conter a propagação.

Depois de colocar o país em quarentena fecham-se agora todos os serviços e comércio que não são essenciais, como explicou, em comunicação televisiva, o primeiro-ministro Giuseppe Conte. Os restaurantes e cafés encerram portas mas os primeiros poderão fazer entregas ao domicílio.

Mais de 126 mil casos de COVID-19 confirmados em todo o mundo. Mais de 60 mil pessoas conseguiram recuperar. Apesar de ninguém estar preparado para aquilo que a Organização Mundial de Saúde chama agora de pandemia, a OMS acredita que ainda é possível inverter a situação, como explica o diretor-geral deste organismo:

"É preciso repetir isto em voz alta, clara o suficiente, ou vezes sem conta: todos os países ainda podem mudar o curso desta pandemia", adiantou Tedros Ghebreyesus.

No Reino Unido o balanço entre mortos e pacientes que recuperaram pende para o segundo. Ainda assim, há mais de 450 casos de infeção. O executivo de Boris Johnson promete agir, como explicou no parlamento o chanceler do Tesouro:

"Seja pela procura de vacinas, recrutamento de milhares de profissionais já reformados, apoio aos nossos brilhantes médicos e enfermeiros, ou os milhões ou mil milhões de libras, o que for necessário, custe o que custar, apoiamos o Serviço Nacional de Saúde", afirmou Rishi Sunak.

Vários países, como a Suécia que viu morrer o primeiro paciente infetado (o primeiro nos países escandinavos), estão na corrida por uma vacina contra este vírus. Mas há questões que se colocam quando a urgência é grande. Há farmacêuticas que estarão a fazer testes, em pequena escala, em humanos, quando não há ainda conclusões sobre os efeitos em animais. Corre-se ainda o risco de que as futuras vacinas, utilizadas em pessoas contaminadas, agravem o problema.

Enquanto se espera por "fumo branco" as medidas de contenção são a prioridade. Fecham-se escolas e cancelam-se eventos de massas em vários países europeus. O último a fazê-lo foi a Ucrânia, isto apesar de ter apenas um caso confirmado de COVID-19.

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