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EUA preparam reabertura da economia

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EUA preparam reabertura da economia
Direitos de autor  DANIEL SLIM/AFP
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Nas escadarias do capitólio do Michigan, dezenas de cidadãos agitaram, esta quarta-feira, bandeiras e cartazes contra a lei para ficar em casa durante a pandemia de covid-19.

Neste estado norte-americano, os manifestantes, maioritariamente apoiantes do presidente Donald Trump, exigem voltar ao trabalho, depois de a medida de prevenção ter sido prolongada até 30 de abril, pela governadora Democrata Gretchen Whitmer.

O protesto, que por ter levado numerosos veículos a bloquear as estradas foi apelidado "Operação Engarrafamento", vai ao encontro dos planos de Trump, numa altura em que o presidente dos Estados Unidos da América (EUA) se prepara para anunciar a reabertura da economia nos Estados Unidos.

"Os dados sugerem que em todo o país passámos o pico de novos casos. Esperamos que continue e que continuemos a fazer grandes progressos. Estes desenvolvimentos encorajadores colocaram-nos numa posição muito vantajosa para finalizar as diretrizes para os estados de reabertura do país, a ser anunciadas", afirmou o chefe de Estado, durante a atualização sobre a evolução da pandemia nos EUA.

Os dados, contudo, não deixam grande margem para otimismo em Nova Iorque, onde os óbitos por covid-19 já ultrapassaram o marco das 10 mil mortes , depois de 4 mil pessoas que nunca tinham testado positivo terem sido adicionadas à contagem por suspeitas de estarem infetadas.

No entanto, a queda no número de novos casos de infeção, permitiu ao governador do estado, Andrew Cuomo, afirmar que "o pior já passou", após "uma estabilização nos cuidados de saúde", sem "sobrelotação do sistema".

O pior pode ter passado, mas os nova-iorquinos vão ter de se habituar a uma nova normalidade, como o uso de máscaras em transportes públicos, lojas, ou ruas movimentadas, já a partir de sábado.