O dia em que os peregrinos não puderam entrar em Fátima

Cerimónias do 13 de maio de 2020, no Santuário de Fátima
Cerimónias do 13 de maio de 2020, no Santuário de Fátima Direitos de autor Armando Franca/Associated Press
De  Teresa Bizarro
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Comemorações dos 103 anos das aparições na Cova da Iria sob o signo da representação. Papa envia mensagem e pede oração pelas vítimas da Covid-19

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Pela primeira vez em 103 anos, as aparições de Fátima celebraram-se numa sucessão de momentos simbólicos. Esta quarta-feira, 20 bandeiras bordaram o caminho do andor na procissão do adeus. Representam a dimensão internacional do fenómeno que anualmente leva milhões de pessoas a visitar o santuário no distrito de Leiria.

Peregrinos que desta vez puderam apenas participar à distância e para quem o Papa pediu uma oração pelos que perderam a vida, vítimas da Covid-19.

Antonio Marto, Bispo de Fátima, presidiu à cerimónia e leu a mensagem de Francisco.

À volta do santuário, várias barreiras a limitar o acesso. A GNR organizou patrulhas para impedir a entrada no recinto da Cova da Iria.

A decisão de assinalar o aniversário das aparições de Fátima sem peregrinos foi tomada há mais de um mês pela Conferância Episcopal Portuguesa, na sequência da declaração do Estado de Emergência em Portugal.

Uma situação inédita que permitiu imagens como esta durante a procissão das velas na terça-feira à noite.

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