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Faltou público à festa do Avante

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Festa do Avante, Seixal, Portugal
Festa do Avante, Seixal, Portugal   -   Direitos de autor  Euronews/RTP
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Foi avante a festa comunista ainda que sem o número de espectadores de outrora. A Direção-geral de Saúde portuguesa limitou o acesso a 16.563 pessoas, num recinto, a Quinta da Atalaia, com capacidade para cem mil, mas nem esse número terá sido atingido. Não há dados oficiais mas fica claro, de quem por lá passou, artistas incluídos, que faltou público.

A pandemia terá levado muitos a resistir ao convite e a ficar em casa. Isto apesar da organização ter cumprido as regras exigidas em tempo de pandemia de Covid-19, higienização do espaço incluída.

Mas o mesmo não se pode dizer de quem sentado na relva assistia a uma das atuações sem manter o distanciamento social ou esquecendo, em alguns casos a máscara, como era visível em fotografias publicadas pela imprensa online lusa.

Uso de máscara era obrigatório em todo o recinto e a venda de bebidas alcoólicas, salvo se a acompanhar uma refeição, estava interdito depois das 20h, com aliás por toda a área metropolitana de Lisboa, da qual faz parte o Seixal, onde decorre o evento, e que está em estado de contingência.

Mas com ou sem gente, e polémicas à parte, houve tentativas para que o evento não acontecesse incluindo por parte de forças políticas, a festa fez-se, durante três dias, e os artistas foram desfilando pelos palcos. Mas nem os ritmos quentes de África, com Dino Santiago, o cantor que tocou o coração,ou mehor os ouvidos de Madonna, chegaram para aquecer a noite. Um convite à dança desta vez adiado, pela obrigatoriedade de assistir sentado aos espetáculos.