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Hospitais europeus colocados à prova

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Hospitais europeus colocados à prova
Direitos de autor  Evgeniy Sofiychuk/AP
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Itália resiste ao confinamento nacional apesar das recomendações dos médicos, sem mãos a medir para os casos de Covid-19 nos hospitais.

Na "bota" da Europa, já morreram 42 mil pessoas infetadas pelo SARS-CoV-2, há mais de um milhão de casos confirmados desde o início da pandemia.

Em França, as autoridades consideram aligeirar as restrições ligadas ao comércio no início de dezembro, já com o Natal e o Ano Novo em vista, de forma não estrangular ainda mais a economia num período económico importante. A organização de grandes eventos festivos está praticamente colocada de parte.

Em Bruxelas, na Bélgica, dezenas de médicos e enfermeiros reuniram-se para exigir melhores salários, em particular durante a pandemia. Dizem ser bastante difícil substituir os colegas doentes, pois há escassez de pessoas qualificadas.

Na Alemanha, o alastramento da Covid-19 é considerado muito sério, de acordo de com o instituto Robert Koch. Há sinais encorajadores de que o ritmo de novas infeções começa a desacelerar, mas as autoridades alertam para o desafio que as próximas semanas representam.

"Prevemos que os hospitais vão chegar ao limite da capacidade e temos também que prever que o vírus vai espalhar-se descontroladamente nalgumas regiões do nosso país", explica Lothar H. Wieler. presidente do Instituto Robert Koch.

Na Rússia, cerca de 500 doentes estão a ser tratados num centro de exposições, transformado num hospital de campanha moderno para dar resposta à segunda vaga de Covid-19. Até agora, o país registou 1 milhão e 800 mil casos confirmados.