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Suíça endurece medidas contra a pandemia de Covid-19

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Médico militar ajuda fisioterapeuta em hospital de Genebra a mobilizar doente Covid
Médico militar ajuda fisioterapeuta em hospital de Genebra a mobilizar doente Covid   -   Direitos de autor  Laurent Gillieron/Keystone via AP/ Arquivo
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Com uma das taxas de infeção pelo novo coronavírus per capita mais altas da Europa, a Suíça aprovou o agravamento das medidas de contenção da epidemia de Covid-19.

A presidente da confederação, Simonetta Sommaruga, anunciou esta sexta-feira que "os restaurantes, bares, lojas, mercados, livrarias, museus, espaços desportivos e de laser vão passar a encerrar às 19 horas".

As novas medidas entram em vigor este sábado e vão manter-se até 22 de janeiro, com exceção das noites de 24 e 31 de dezembro, em que os horários de abertura se estendem até à uma da manhã.

O objetivo é travar a propagação do vírus e evitar o descontrolo da situação no Natal, numa altura em que as infeções crescem exponencialmente e que, segundo a chefe do governo, os hospitais e os profissionais de saúde atingem o limite das suas capacidades.

Com este quadro pandémico, a Suíça colocouPortugal na lista dos países de risco e obriga quem regresse de Portugal a cumprir quarentena.

Uma medida que os cerca de 260 mil emigrantes portugueses no país não entendem. O coletivo "Emigrar na Suíça" lançou uma petição online, mas é pouco provável que as autoridades helvéticas mudem de estratégia antes do Natal.

Com uma população de 8,6 milhões de habitantes, a Suíça regista cerca de 5000 novos casos de contágio e cerca de 100 mortos por dia. Desde o início da pandemia já foram registados no país 372,329 testes positivos e 5378 mortes.