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Janssen, a vacina da Johnson & Johnson que exige menos logística

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De  euronews com lusa
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Janssen, a vacina da Johnson & Johnson que exige menos logística
Direitos de autor  David Zalubowski/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved.
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A Comissão Europeia aprovou esta quinta-feira a vacina "Janssen", produzida pela farmacêutica Johnson & Johnson. O medicamento é administrado em dose única e exige menos logística no transporte, por exemplo.

Esta é a quarta vacina aprovada pela Comissão Europeia. A 'luz verde" já tinha sido dada pela Agência Europeia de Medicamentos mais cedo, esta quinta-feira, altura em que a Comissão Europeia reagiu na rede social Twitter, admitindo conceder rapidamente uma autorização condicional de introdução no mercado à vacina da Janssen contra a covid-19, por ser "segura e eficaz".

Passadas duas horas, anunciou a autorização no twitter: "Anunciamos a autorização da quarta vacina contra a covid-19 na União Europeia".

Está previsto que Portugal receba 4,5 milhões de doses este ano da vacina desenvolvida pela Janssen, farmacêutica que é a subsidiária europeia da Johnson & Johnson.

A vacina da Johnson & Johnson que exige menos logística

Ao contrário dos outros três medicamentos contra a covid-19 que já estão a ser administrados, a da Johnson & Johnson é de toma única e exige uma menor capacidade de frio para o transporte e armazenamento, logo, menos recursos.

Além disso, de acordo com o Infarmed - A entidade responsável pela introdução de medicamentos em Portugal - esta vacina não contém o próprio vírus, logo, não pode causar covid-19.

O Infarmed explica que este medicamento “é composto por um vetor viral, baseado em adenovírus que foi modificado, de forma a conter o gene responsável pela produção da proteína ‘spike’, uma proteína do vírus SARS-CoV-2, necessária para entrar nas células do corpo”.

No âmbito do compromisso da farmacêutica com a Comissão Europeia, está previsto que Portugal receba, ao longo do segundo trimestre, os primeiros 1,25 milhões de vacinas da Janssen que fazem parte de um lote de 4,5 milhões que o país deverá ter disponíveis ao longo deste ano.

Até ao momento, a Agência Europeia de Medicamentos deu 'luz verde’ a três vacinas contra o vírus SARS-CoV-2: a da Pfizer/BioNTech (também conhecida como Comirnaty), em 21 de dezembro de 2020, a da Moderna, em 6 de janeiro, e da AstraZeneca, em 29 de janeiro.

A Agência Europeia de Medicamentos já iniciou também a “análise contínua” da vacina russa contra a covid-19, a Sputnik V, para determinar a sua conformidade com os requisitos da UE em matéria de eficácia, segurança e qualidade.