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Dinamarca ajuda EUA a espiar líderes europeus

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Direitos de autor /AFP
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De  Bruno Sousa
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Investigação acusa os serviços secretos dinamarqueses de ajudar a Agência Nacional de Segurança norte-americana

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Os serviços secretos da Dinamarca ajudaram os Estados Unidos a espiar líderes políticos europeus, incluindo Angela Merkel. A revelação foi feita por uma investigação conjunta de vários meios de comunicação social europeus (a emissora sueca SVT, a norueguesa NRK, as alemãs NDR e WDR e os jornais alemão Suddeutsche Zeitung e o francês Le Monde), segundo a qual a Agência Nacional de Segurança norte-americana teve acesso aos conteúdos telefónicos da elite política europeia através do sistema dinamarquês de internet.

As primeiras alegações de espionagem norte-americana aos seus próprios aliados remontam a 2013, quando Edward Snowden acusou os Estados Unidos de ter a chanceler alemã sob escuta. A Casa Branca não só não negou, como prometeu não o fazer no futuro, ao mesmo tempo que acusava o denunciante de roubo de propriedade governamental.

De acordo com a nova investigação, espoletada precisamente pelas revelações de Snowden, o governo dinamarquês tinha conhecimento das ações dos seus serviços secretos pelo menos desde 2015. A ministra da Defesa, Trine Bramsen, limitou-se a dizer que a espionagem de aliados era inaceitável.

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