EventsEventosPodcasts
Loader
Encontra-nos
PUBLICIDADE

China envia quase cem aviões de guerra para Taiwan e reacende conflito com os EUA

Ministério da Defesa de Taiwan
Ministério da Defesa de Taiwan Direitos de autor AP/AP
Direitos de autor AP/AP
De  Euronews
Publicado a Últimas notícias
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Os dois países trocaram acusações, depois de quase uma centena de aviões de guerra chineses terem entrado no espaço aéreo de Taiwan, nos últimos dias.

PUBLICIDADE

Os Estados Unidos da América (EUA) dizem estar "muito preocupados" com o que classificam como "ações provocatórias" da China em relação a Taiwan, depois de, nos últimos dias, quase cem aviões militares chineses terem entrado no espaço aéreo da ilha.

A posição norte-americana foi reforçada, esta segunda-feira, pela Casa Branca.

"Exortamos Pequim a que cesse a pressão e coerção militar, diplomática e económica contra Taiwan. Temos um interesse permanente na paz e estabilidade em todo o Estreito. É por isso que vamos continuar a ajudar Taiwan a manter uma capacidade suficiente de autodefesa", afirmou a porta-voz, Jen Psaki.

No Twitter, o ministério taiwanês dos Negócios Estrangeiros congratulou-se com o "apoio sólido" de Washington.

Só esta segunda-feira, estiveram na Zona de Identificação da Defesa Aérea (ADIZ) da região 56 aeronaves de guerra enviadas por Pequim. Um número recorde que tem vindo a aumentar desde sexta-feira, data em que a China decidiu assinalar o Dia Nacional com uma operação aérea musculada sobre Taiwan.

A região, de regime democrático, considera-se como um estado independente, no entanto, o governo chinês vê a ilha como parte do próprio território, tendo por diversas vezes ameaçado tomá-la pela força.

Pequim já reagiu às acusações e justifica a operação militar dos últimos dias; em comunicado, acusa os EUA de planearem vender armas a Taiwan no valor de 750 milhões de dólares (mais de 645,7 milhões de euros), para onde alegadamente envia com frequência aviões e navios de guerra.

São as ações de Washington - afirma por sua vez o governo chinês - que estão "minar" a paz na região e as relações entre os dois países.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

China desmente uso de trabalho forçado

Hong Kong é palco da espetacular corrida anual de barcos-dragão

Novo presidente de Taiwan diz que objetivos de anexação da China "não vão simplesmente desaparecer"