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Rússia intensifica ataques a Sloviansk com região de Donetsk em vista

Homem carrega água e testemunha destruição feita pelos bombardeamentos a Sloviansk, Ucrânia
Homem carrega água e testemunha destruição feita pelos bombardeamentos a Sloviansk, Ucrânia Direitos de autor Francisco Seco/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved
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De  Euronews
Publicado a Últimas notícias
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Cidade ucraniana foi alvo de bombardeamentos. Juntamente com Kramatorsk, é um ponto estratégico para as tropas russas capturarem o leste da Ucrânia.

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Há vários dias sob bombardeamentos, Mykolaiv voltou a ser palco de "grandes explosões". Pelo menos cinco pessoas morreram na cidade ucraniana, de acordo com o autarca local, Alexander Senkevich, que pede à população que permaneça refugiada em abrigos.

A Este, os ataques aéreos russos à Ucrânia intensificaram-se nas últimas 24 horas sobre Sloviansk.

A poucos quilómetros de Kramatorsk, as duas cidades são alvos-chave para a conquista de Donetsk. Pensa-se que, ao longo da próxima semana, a estratégia de Moscovo passe por concentrar o exército em várias pequenas cidades de forma a controlar toda a região.

Apesar dos apelos para abandonar as casas, a população local vai resistindo.

Maksym Sologub é um dos habitantes nas proximidades que ficou. Diz que, desde o início da guerra, "as pessoas tornaram-se mais próximas", na aldeia onde vive. A quem, como ele, também não arredou pé deixa um conselho: "mantenham-se unidos, ajudem-se uns aos outros, mesmo aqueles que já discutiram antes de perguntarem como podem ajudar".

Guerra no terreno e de propaganda

O ministério russo da Defesa reclama várias conquistas em território ucraniano. De acordo com o Kremlin, mísseis de alta precisão mataram, nas últimas horas, mais de 350 soldados do exército inimigo e capturaram 20 unidades de equipamento militar.

As vitórias são, no entanto, rejeitadas pela Ucrânia, que por seu lado, mantém querer recuperar território nas mãos de Moscovo e tem apostado no treino militar além-fronteiras.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), esta semana, o conflito armado já matou mais de cinco mil civis, desde o início da invasão, em fevereiro. Um número que, admite ainda a organização, pode na realidade ser mais alto.

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