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AIEA a caminho de Zaporijia para tentar evitar uma nova catástrofe nuclear

Fumo a sair do complexo da central nuclear de Zaporijia, na Ucrânia, a 24 de agosto
Fumo a sair do complexo da central nuclear de Zaporijia, na Ucrânia, a 24 de agosto Direitos de autor  Planet Labs PBC via AP
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De Euronews
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Diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica anuncia partida de equipa para a maior central nuclear da Europa, que têm estado ameaçada pelos vários bombardeamentos resultantes da invasão russa

O diretor geral da Agência Internacional de Energia Atómica anunciou esta segunda-feira estar uma equipa da AIEA a caminho da central nuclear de Zaporijia, na Ucrânia.

"O dia chegou. A missão de apoio e assistência da AIEA a Zaporijia está a caminho. Temos de proteger a segurança do maior complexo nuclear da Ucrânia e da Europa. Tenho orgulho de liderar esta missão que estará na central ainda esta semana", escreveu Rafael Grossi, numa publicação partilhada esta manhã pela rede social Twitter.

A publicação  é ilustrada com uma foto da equipa da AIEA que estará a caminho da Ucrânia depois de vários meses a pedir acesso ao complexo nuclear ucraniano para tentar minimizar "o risco real de uma catástrofe nuclear", à imagem do sucedido em 1986 em Chernobyl.

A central ucraniana foi tomada pelas forças russas em março, poucas semanas após o início de uma invasão militar ordenada pelo Kremlin, que está a provocar fortes ondas de choque por todo o mundo.

Em Zaporijia, estão seis dos 15 reatores nucleares ucranianos e a central encontra-se muito perto de uma das linhas da frente da resistência ucraniana à ofensiva russa, no sul do país.

Os governos de Kiev e de Moscovo têm trocado acusações sobre os bombardeamentos que se têm verificado nas imediações da central, nas proximidades da cidade de Energodar, junto ao rio Dniepr.

O operador ucraniano Energoatom alertou no sábado para o perigo de de fuga de matérias radioativas e de incêndio após a ocorrência de novos bombardeamentos. A situação tem agravado as preocupações ocidentais e as Nações Unidas apelaram a um cessar fogo imediato nas proximidades da central.

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