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Pequim anunciou fim de manobras militares ao largo de Taiwan

Manobras militares chinesas aumentaram tensão regional
Manobras militares chinesas aumentaram tensão regional Direitos de autor AP via CCTV
Direitos de autor AP via CCTV
De  Euronews
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A operação militar "Joint Sword", que incluiu um cerco total à ilha, durou três dias

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Pequim anunciou a conclusão das manobras militares "com sucesso". Horas antes, em resposta às manobras militares chinesas, descolaram da base aérea Hsinchu, em Taiwan, caças da Força Aérea da ilha.

A operação militar de três dias "Joint Sword", que incluiu um cerco total à ilha, deve terminou esta segunda-feira, de acordo com o Comando de Teatro do Leste das Forças Armadas Chinesas.

Pequim tem deslocado dezenas de caças, navios de guerra e até simulou bombardeamentos perto de Taiwan.

Uma resposta ao encontro recente entre a líder da ilha, Tsai Ing-wen, e o presidente da Câmara dos Representantes do Congresso dos EUA, o republicano Kevin McCarthy.

Washington apelou à "contenção", mas Pequim vê o contacto de Taiwan com autoridades estrangeiras como uma violação do princípio "Uma só China."

Pequim considera a ilha parte do seu território e ameaça a reunificação através da força. O reconhecimento de Pequim como o único governo legítimo de toda a China exclui contactos oficiais com Taipé.

Numa entrevista realizada antes das manobras militares chinesas, o presidente francês, que na semana passada teve um encontro com o homólogo chinês Xi Jinping, disse ao diário "Les Echos" que a Europa deve manter a independência face à política externa dos EUA e apartar-se.

Ainda sobre a questão de Taiwan, Emmanuel Macron insistiu na necessidade de não "entrar numa lógica bloco a bloco."

Os exercícios militares desta segunda-feira incluem manobras com fogo real ao largo da costa da província de Fujian, cerca de 80 quilómetros a sul das ilhas Matsu, no Estreito de Taiwan, e a mais de 180 quilómetros de distância de Taipé.

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