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Tempestade deixa vasto cenário de destruição no Chile

Agentes da polícia permanecem junto de um corpo num banco de jardim durante uma tempestade em Santiago, no Chile, segunda-feira, 20 de julho de 2026.
Agentes da polícia permanecem junto de um corpo num banco de jardim durante tempestades de chuva em Santiago, Chile, segunda-feira, 20 de julho de 2026. Direitos de autor  AP Photo
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De Gregoire Lory
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A tempestade que atingiu o norte do país, nas regiões de Coquimbo e Atacama, já fez pelo menos 13 mortos.

A tempestade que tem assolado o Chile há mais de uma semana deixou um rasto de destruição.

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Culturas agrícolas foram destruídas, estradas foram arrasadas pelas cheias e a chuva torrencial já provocou a morte de, pelo menos, 13 pessoas. Outras 60 mil pessoas encontram-se isoladas.

A tempestade, que teve início na semana passada, atingiu o norte do país, nomeadamente as regiões habitualmente áridas de Coquimbo e Atacama.

Segundo o governo, cerca de 2800 habitações foram destruídas pela chuva, pelas cheias dos rios e por deslizamentos de terra.

O ministro do Interior anunciou que se espera que a chuva diminua. No entanto, sublinhou que o perigo continua elevado devido aos rios e ravinas cheios.

Na segunda-feira, o presidente declarou o estado de emergência nas zonas afetadas. Esta decisão permite o recurso ao exército, a restrição de movimentos e a entrega mais rápida de ajuda humanitária.

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