Grécia: Reações ao acordo

Grécia: Reações ao acordo
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Ao fim de 17 horas de negociações, Alexis Tsipras, o primeiro-ministro grego, falou de uma longa batalha e de decisões difíceis até ter sido

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Ao fim de 17 horas de negociações, Alexis Tsipras, o primeiro-ministro grego, falou de uma longa batalha e de decisões difíceis até ter sido alcançado um acordo com os líderes da zona euro.

“Foi uma dura batalha durante seis meses. Lutámos até ao fim por um acordo que permitirá ao país continuar de pé. Enfrentámos decisões difíceis. Tomámos decisões duras para evitar as exigências extremas dos círculos europeus mais conservadores”, sublinhou o primeiro-ministro grego.

Angela Merkel e François Hollande estavam satisfeitos com o resultado alcançado.

“Creio que encontrámos soluções que confirmam o que repetidamente disse – as vantagens são claramente mais que as desvantagens. Os princípios básicos que sempre seguimos para salvar o euro estão lá, nomeadamente o da solidariedade entre países membros, por um lado, e a responsabilidade do país onde as mudanças têm de ser implementadas, por outro”, afirmou a Chanceler alemã.

“Chegou-se a um acordo. Um acordo que a França estava à espera. Um acordo que permite à Grécia permanecer na Zona Euro, respeitando todas as regras europeias. Esse era o objetivo” disse o Presidente francês.

Alcançado o acordo de princípio para um terceiro resgate, Atenas tem agora de começar a legislar e implementar de imediato, as condições que aceitou.

“Na Cimeira maratona de Bruxelas, a Grécia não foi obrigada a sair da Zona Euro, mas a história não acaba aqui. Há seis Estados membros que necessitam que os respetivos Parlamentos aprovem o terceiro programa de assistência à Grécia”, destacou Sandor Zsiros, da Euronews, em Bruxelas.

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