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Um em cada cinco europeus em risco de pobreza

Um em cada cinco europeus em risco de pobreza
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De  Teresa Bizarro
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Em 2018 reduziu-se para mínimos de 10 anos o número de cidadãos afetados. Portugal está em linha com a média da União Europeia

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O número de pessoas em risco de pobreza na União Europeia atingiu o valor mais baixo dos últimos 10 anos. Ainda assim, são 109 milhões de pessoas - 21 por cento da população - dois milhões e 300 mil, só em Portugal. Em média 1 em cada 5 pessoas está em risco de pobreza ou exclusão social e a maioria são mulheres.

A classificação do Eurostat contempla cidadãos que se encontram numa destas três situações:

  • Tem apenas como rendimento os subsídios sociais do Estado;
  • Estão severamente privados de bens materiais;
  • Fazem parte de um agregado familiar com elevada taxa de desemprego.

A tendência em Portugal é muito semelhante à da média na União Europeia, mas há 7 países em que mais de um quarto da população está em risco de pobreza. É o caso por exemplo de Espanha, Itália ou Grécia.

Informações que surgem para promover a reflexão no Dia Internacional para Erradicação da Pobreza que se assinala esta quinta-feira. Surgem também na semana em que o Nobel da Economia distinguiu um trio de investigadores que, nas palavras da Academia Sueca, deu à sociedade mais ferramentas para reduzir as situações de pobreza. Três economistas que analisaram o impacto da solidariedade nas situações de risco. A medida abriu porta a um programa de apoio escolar para 5 milhões crianças na Índia.

Kristalina Georgieva, diretora do FMI, tem defendido que o comércio mundial é a chave para o crescimento, para o emprego e para a diminuição da pobreza.

Os recursos gerados com as exportações são fundamentais para melhorar as infraestruturas e as condições de vida.

O Fundo Monetário Internacional alerta que, com a economia mundial a enfraquecer, é mais difícil fazer com que os países mais frágeis quebrem o ciclo da pobreza.

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