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Israel amplia operação militar no Líbano e faz subir preços do petróleo

Refinaria de petróleo (foto de arquivo)
Refinaria de petróleo (foto de arquivo) Direitos de autor  AP Photo
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De Angela Barnes
Publicado a Últimas notícias
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Os preços do petróleo subiram na manhã de segunda-feira, depois de Israel ter intensificado a sua operação militar no Líbano.

Os preços do crude subiram nas primeiras trocas asiáticas desta segunda-feira, depois de tropas israelitas terem avançado mais para o interior do Líbano durante o fim de semana, alimentando receios entre os investidores de que o conflito mais alargado no Médio Oriente possa agravar-se em vez de caminhar para um acordo de paz.

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À hora de redação deste artigo, o West Texas Intermediate (WTI) avançava 2,88%, para 89,88 dólares por barril, enquanto o Brent ganhava 2,43%, para 93,33 dólares por barril.

O avanço israelita ocorreu apesar de um cessar-fogo nominal em vigor desde 17 de abril e a poucos dias da próxima ronda de conversações diretas entre o Líbano e Israel, agendada para 2 e 3 de junho no Departamento de Estado.

Ásia-Pacífico: bolsas negoceiam mistas

Nas restantes praças da região, as bolsas da Ásia-Pacífico apresentavam um comportamento misto na manhã de segunda-feira, com o Kospi da Coreia do Sul a subir 1,31%, enquanto o Nikkei 225 do Japão avançava 0,17%. Já o mais amplo Topix recuava 0,3%.

O S&P/ASX 200 da Austrália descia 0,21%, ao passo que o Hang Seng, em Hong Kong, ganhava 0,73%. O CSI 300 da China continental cedia 0,32%.

As ações do SoftBank Group cotadas em Tóquio dispararam 5% depois de o conglomerado japonês ter anunciado planos para investir 45 mil milhões de euros, nos próximos cinco anos, no desenvolvimento de infraestruturas de inteligência artificial em França.

Estados Unidos: Wall Street renova máximos históricos

Nos Estados Unidos, os futuros sobre ações mantinham-se estáveis, depois de Wall Street ter voltado a bater recordes na sexta-feira. Os principais índices prolongaram a recente série de ganhos e fecharam um mês sólido em valorizações.

O S&P 500 avançou 0,2%, somando a sétima sessão consecutiva em alta e a nona semana seguida de ganhos, a mais longa série deste tipo desde 2023. O índice de referência renovou máximos históricos pelo quarto dia consecutivo.

O Dow Jones Industrial Average ganhou 0,7% e o índice composto Nasdaq avançou 0,2%. Ambos voltaram a atingir novos máximos, depois de terem já registado recordes no início da semana passada.

As grandes tecnológicas estiveram na origem de grande parte da sequência de recordes do mercado. As suas elevadas avaliações em bolsa dão-lhes mais peso na orientação das cotações para cima ou para baixo. Só em maio, as ações tecnológicas integrantes do S&P 500 subiram mais de 15%, enquanto a maioria dos restantes setores do índice de referência perdeu terreno.

“A recuperação tem sido em grande medida liderada pelo setor tecnológico e suportada por resultados resistentes, mas a questão chave é saber se pode ser sustentada”, escreveu Angelo Kourkafas, estratega global sénior na Edward Jones, numa nota de análise.

As ações tecnológicas também impulsionaram o mercado na sexta-feira. A Microsoft valorizou 5,4% e a Broadcom ganhou 4,7%.

Outras fontes • AP

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