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"Estado da União": Ataque na Rússia, 25 anos de BCE e multa contra a Meta

Um veículo militar blindado danificado após os combates na região ocidental de Belgorod, na Rússia
Um veículo militar blindado danificado após os combates na região ocidental de Belgorod, na Rússia Direitos de autor AP/Russian Defense Ministry Press Service
Direitos de autor AP/Russian Defense Ministry Press Service
De  Stefan GrobeIsabel Marques da Silva
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O ataque de um grupo russo anti-Kremlin dentro do território da Rússia pode ser prenúnico de importantes mudanças na guerra de invasão da Ucrânia. A semana foi também marcada pelo aniversário do Banco Central Europeu e por uma multa multimilionária contra a empresa gigante digital Meta.

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A guerra na Ucrânia foi palco de um dos episódios mais bizarros desta semana: numa missão inusitada, um grupo paramilitar russo, que se opõe ao Presidente Putin e opera a partir da Ucrânia, atravessou a fronteira e foi atacar a região russa de Belgorod.

As autoridades russas ripostaram e retiraram civis, tendo acusado a Ucrânia do ataque. Disseram que a maioria dos atacantes foram mortos na operação contra-terrorista que levaram a cabo.

Mas o grupo que reinvindicou o ataque negou ter sofrido baixas antes de voltar à Ucrânia e prometeu lançar mais ataques de guerrilha contra alvos russos, para destruir o regime de Putin.

Aniversário do BCE

Entretanto, a União Europeia (UE) continua a digerir as consequências económicas da guerra, em particular os preços para os consumidores. Combater a inflação é a tarefa do Banco Central Europeu (BCE), que celebrou o seu 25º aniversário, esta semana.

Numa cerimónia em Frankfurt, na Alemanha, os oradores sublinharam as circunstâncias extraordinárias com que o BCE teve de lidar recentemente e os enormes problemas que tem pela frente.

"Confrontado com mudanças geopolíticas, transformações digitais e a ameaça de alterações climáticas, o BCE terá de enfrentar mais desafios", disse  Christine Lagarde, presidente do BCE.

Multa contra a Meta

Há cinco anos, a UE criou o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados para garantir que os dados dos cidadãos têm maior maior proteção quando fazem operações em plataformas digitais.

No entanto, esta semana, os reguladores da UE aplicaram à Meta (empresa que gere das aplicações Facebook, Instagram e Whatsapp), uma multa recorde de 1,2 mil milhões de euros, por ter violado as regras durante anos.

A euronews entrevistou Isabelle Roccia, diretora-geral para a Europa da Associação Internacional de Profissionais da Privacidade, sobre o impacto da decisão.

  1. "É, certamente, uma grande notícia e não apenas para os consumidores, mas também para qualquer organização que dependa de transferências de dados. É uma decisão importante pela multa em si - obviamente, 1,2 mil milhões de euros é muito dinheiro -, mas também é muito importante porque exige uma mudança de comportamento, uma mudança de prática da Meta, em primeiro lugar, mas também das organizações que transferem dados", explicou.

(Veja a entevista na íntegra em vídeo)

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