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Poderá o AGILE aumentar a prontidão de defesa da UE? Pergunte ao chatbot da Euronews

Um jato F-15 descola na base aérea da NATO em Aviano, Itália, segunda-feira, 21 de março de 2011.
Um jato F-15 descola na base aérea da NATO em Aviano, Itália, segunda-feira, 21 de março de 2011. Direitos de autor  AP Photo/Luca Bruno
Direitos de autor AP Photo/Luca Bruno
De Elisabeth Heinz
Publicado a Últimas notícias
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Novo programa AGILE da UE mobiliza 115 milhões de euros para IA, drones, robótica, quântica e cibersegurança. Objetivo é reduzir a dependência do bloco em relação a parceiros externos. Pergunte ao chatbot de IA da Euronews como é que o programa AGILE pode impulsionar a inovação na defesa europeia.

A investigação e desenvolvimento (I&D) no domínio da defesa dos Estados-membros da UE ascendeu a 13 mil milhões de euros em 2024, tendo os investimentos aumentado mais 4 mil milhões de euros em 2025, de acordo com as estimativas da Agência Europeia de Defesa.

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Os EUA e a China ainda mantêm uma vantagem significativa sobre a Europa. Em 2024, Washington investiu 138 mil milhões de euros em inovação no domínio da defesa, enquanto a I&D da indústria de defesa chinesa atingiu 38 mil milhões de euros, com destaque para as tecnologias de IA, hipersónica e quântica.

O programa da UE para a inovação ágil e rápida no domínio da defesa (AGILE) apoia "novos intervenientes no setor da defesa" para acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias de defesa.

O plano atribui 115 milhões de euros a 20-30 projetos que envolvem PME, empresas em fase de arranque, inovadores tecnológicos e empresas de IA que trabalham em tecnologias de dupla utilização e de defesa. Os projetos receberão entre 1 milhão e 5 milhões de euros, dependendo do seu âmbito e maturidade.

O AGILE promete apoiar os inovadores desde a fase de desenvolvimento técnico até à transição para a utilização no mundo real. Prevê aprovações de financiamento em quatro meses e a disponibilização às forças nacionais dos Estados-membros no prazo de três anos.

O plano também tem como objetivo reduzir o tempo de implementação, uma vez que os conflitos evoluem em prazos de semanas. Henna Virkkunen, vice-presidente executiva da Comissão Europeia, considerou o AGILE "a peça que faltava no puzzle que ajuda as soluções de defesa a chegar ao mercado".

A Comissão Europeia apresentou uma proposta de regulamento que estabelece o AGILE como parte do seu pacote de defesa de março de 2026, que está agora a ser transmitido ao Conselho Europeu e ao Parlamento Europeu.

Curioso para saber como é que as empresas podem beneficiar do AGILE? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews!

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