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Corpo do militar francês morto no sul do Líbano já foi repatriado

Sargento Florian Montorio, 17º Regimento de Engenheiros Pára-quedistas, Montauban
Sargento Florian Montorio, 17º Regimento de Engenheiros Pára-quedistas, Montauban Direitos de autor  Ministère des Armées et des Anciens combattants
Direitos de autor Ministère des Armées et des Anciens combattants
De Nina Borowski com AFP
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Destacado na Força Interina das Nações Unidas no Líbano, o sargento Florian Montorio morreu depois de ter sido ferido numa emboscada contra as forças de manutenção da paz.

O corpo do militar francês morto no sábado no sul do Líbano já foi repatriado. O sargento Florian Montorio, de 40 anos e pai de duas filhas, estava em final de carreira depois de 18 anos ao serviço das forças armadas francesas e já tinha sido"destacado em várias operações", disse Catherine Vautrin, a ministra francesa das Forças Armadas.

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Foi realizada uma cerimónia na base militar do aeroporto internacional de Beirute antes de o caixão do militar ser levado a bordo de um avião militar.

A cerimónia contou com a presença do chefe de Missão e do comandante da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL), o major-general Diodato Abagnara, o embaixador de França no Líbano, Hervé Magro, e de um representante do Ministério da Defesa libanês e do Exército libanês, brigadeiro-general Maroun Azzi.

Uma emboscada contra os Capacetes Azuis

Destacado para a FINUL, o sargento morreu depois de ter sido ferido numa emboscada: a força de manutenção da paz da ONU foi alvo de disparos de armas ligeiras na manhã de sábado, o que resultou na morte do soldado e em três feridos.

Emmanuel Macron atribuiu o ataque ao Hezbollah. O presidente francês falou no sábado com o seu homólogo libanês, Joseph Aoun, e com o primeiro-ministro, Nawaf Salam, instando Beirute "a esclarecer completamente [o ataque], a identificar e a processar os responsáveis sem demora e a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para garantir a segurança dos soldados da FINUL, que não devem, em circunstância alguma, ser visados".

O Hezbollah nega qualquer envolvimento no ataque e apelou à _"_prudência (...) antes de atribuir a responsabilidade pelo incidente, enquanto se aguardam os resultados da investigação do exército libanês".

Por seu lado, o presidente libanês Joseph Aoun condenou o incidente e prometeu levar os responsáveis a tribunal.

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