Na cidade de Bielawa, no sul da Polónia, uma iniciativa de economia social está a proporcionar percursos profissionais a homens que enfrentam a situação crónica de sem-abrigo e a dependência.
A cooperativa Arte funciona como uma empresa sem fins lucrativos, oferecendo um ambiente estruturado para indivíduos tipicamente excluídos do mercado de trabalho comercial.
Uma componente central deste esforço é o projeto "Borboletas da Baixa Silésia". A operar com um orçamento total de 630 000 euros, a iniciativa recebe 70% do seu financiamento do Fundo Social Europeu Mais (FSE+), o principal instrumento da União Europeia para investir nas pessoas e apoiar a aplicação do Pilar Europeu dos Direitos Sociais. Este financiamento facilita a formação técnica, como as certificações europeias de soldadura para trabalhadores como Artur Maciejewski, ao mesmo tempo que proporciona a supervisão flexível necessária para as pessoas com necessidades complexas.
Jarosław Pilecki, presidente da cooperativa Arte, observa que o modelo permite um período de "normalidade" e recuperação que as empresas comerciais não podem proporcionar. De acordo com a Comissão Europeia, existem 4,3 milhões de organizações da economia social em toda a UE, o que representa 11,5 milhões de empregos, ou seja, aproximadamente 6% da mão de obra total.