Newsletter Boletim informativo Events Eventos Podcasts Vídeos Africanews
Loader
Encontra-nos
Publicidade

Defesa e NATO: "Investimento e crescimento europeus estão atrasados em relação aos EUA"

veículo blindado
veículo blindado Direitos de autor  εικόνα αρχείου
Direitos de autor εικόνα αρχείου
De Foteini Doulgkeri
Publicado a
Partilhar Comentários
Partilhar Close Button
Copiar/colar o link embed do vídeo: Copy to clipboard Link copiado!

A Europa está a tentar dar um salto difícil mas necessário no rearmamento, após décadas de investimento limitado na defesa. O desafio consiste em recuperar rapidamente o terreno perdido, mas a reconstrução da indústria da defesa exige tempo, coordenação e uma direção estratégica firme.

A defesa europeia está a entrar numa fase de aceleração, com os peritos a salientarem que a questão crítica não é apenas a tecnologia e os recursos disponíveis, mas sobretudo a rápida adaptação, a cooperação entre instituições e a superação dos obstáculos burocráticos que muitas vezes atrasam o progresso.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

A conferência da DEFEA em Atenas sublinhou que a eficácia do esforço de defesa europeu depende em grande medida da coordenação entre a NATO e a União Europeia, bem como da prontidão industrial.

No mesmo contexto, Jiotti Hirani-Draver, diretora de Operações do programa DIANA da NATO, falou sobre o papel da inovação nas aplicações de defesa modernas e sobre a rápida evolução das tecnologias neste domínio.

"Trabalhamos com inovadores numa vasta gama de tecnologias, desde sistemas de tomada de decisão assistida. É extremamente importante que o combatente no terreno receba informações precisas e rápidas para poder intervir eficazmente", afirmou.

Referiu-se ainda às tecnologias de vigilância e deteção, bem como a exemplos de startups europeias, sublinhando que "a inovação europeia está em constante evolução e todos os anos vemos soluções de melhor qualidade", realçando ainda a importância da partilha de conhecimentos entre a Europa, os EUA e o Canadá.

O secretário-geral da Associação Europeia das Indústrias Aeroespaciais, de Segurança e Defesa, Camille Grant, referiu que "o mais importante é garantir que o ritmo da inovação não seja travado por restrições burocráticas". Acrescentou ainda que a experiência da Ucrânia mostra a importância da rápida adaptação e modernização e sublinhou que a inovação provém tanto das pequenas empresas e das empresas em fase de arranque como das grandes empresas que investem em investigação e desenvolvimento.

De um modo geral, tal como os intervenientes da indústria e os funcionários governamentais sublinharam na DEFEA, a Europa está a dar um salto de rearmamento difícil, mas necessário, após décadas de investimento limitado na defesa.

O desafio consiste em recuperar rapidamente o terreno perdido, mas a reconstrução da indústria da defesa exige tempo, coordenação e uma direção estratégica firme.

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários

Notícias relacionadas

Ataques de Trump contra aliados da NATO são "dolorosos", diz antigo chefe da NATO

Chefe de ciberespionagem do Reino Unido diz que IA é “força imparável” e alerta para ameaças russas

Calor em Roma até põe o Papa de joelhos