Os ataques de retaliação iranianos mataram três militares americanos e feriram vários em Israel, enquanto milhares de pessoas em Yazd choravam a morte de Ali Khamenei.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirmou que um novo líder supremo será escolhido dentro de "um ou dois dias", numa entrevista que deu à rede Al Jazeera no domingo.
Entretanto, milhares de apoiantes do governo iraniano encheram a praça principal da cidade central de Yazd em sinal de luto, gritando "Morte à América", um dia depois de o líder supremo do país, o Ayatollah Ali Khamenei, ter sido morto por ataques norte-americanos e israelitas.
A morte de Khamenei desencadeou ataques de retaliação em vários países da região, do Qatar a Israel.
Pelo menos nove pessoas morreram depois um míssil iraniano ter atingido uma zona residencial da cidade israelita de Beit Shemesh, 30 quilómetros a oeste de Jerusalém.
Ao segundo dia do conflito, o Comando Central dos Estados Unidos (EUA) confirmou no dia X que três militares norte-americanos foram mortos em combate e cinco ficaram gravemente feridos, uma vez que Teerão tinha como alvo principal as bases militares norte-americanas na região. Vários outros sofreram ferimentos ligeiros provocados por estilhaços e concussões.
As forças armadas israelitas, as IDF, divulgaram imagens do que disseram ser um ataque à sede do regime iraniano em Teerão. As imagens foram divulgadas depois de uma grande explosão ter abalado a capital do Irão, atacada várias vezes no segundo dia da ofensiva israelo-americana.