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Dublin apresenta plano de austeridade

Dublin apresenta plano de austeridade
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Ventos de austeridade sopram na Irlanda e vão soprar forte nos próximos anos. O primeiro-ministro Bryan Cowen apresentou o plano de austeridade para cumprir até 2014: cortes nos benefícios sociais, despedimentos na função pública e aumento progressivo do IVA. Ou seja um emagrecimento de 15 mil milhões de euros no orçamento público.

A tempestade económica provoca vagas de contestação social. Alguns irlandeses continuam a exigir eleições antecipadas. Mas Dublin quer primeiro aprovar o esquema de ajuda da União e do FMI mas há quem diga que o plano de austeridade do governo é irrealista porque apoia-se demasiado na previsão de forte crescimento económico, que não está garantido.

Olli Rehn, comissário dos Assuntos Económicos e Monetários, voltou a explicar que o problema da Irlanda é um problema de insolvência do sistema bancário e que o de Portugal, apontado como a próxima vítima dos mercados, é totalmente diferente, pois deve-se a um débil crescimento económico.

Portugal viveu a maior greve geral em 22 anos, pelo menos de acordo com os sindicatos que falam numa adesão de 60%. O governo considera um número irreal. Um governo minoritário, que rejeita contágios da enfermidade grego-irlandesa, e que se viu obrigado a fazer concessões à oposição para levar adiante mais medidas de austeridade.