A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.
Última hora

Falta de acordo sobre Grécia ensombra cimeira europeia

Falta de acordo sobre Grécia ensombra cimeira europeia
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

Com questões económicas, sobre imigração e segurança na agenda, a cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia arrancou, esta quinta-feira, em Bruxelas.

O impasse sobre a Grécia promete ensombrar o encontro, que acontece no mesmo dia em que se realizou mais uma reunião dos ministros das Finanças da zona euro, ainda sem um acordo.

“A história europeia é feita de discórdia, de negociações e compromissos finais. Estou confiante que conseguiremos um compromisso que ajude a zona euro e a Grécia a superar a crise”, disse o primeiro-ministro grego Alexis Tsipras.

O chefe de governo grego os credores internacionais têm-se desdobrado em negociações com vista a superar o impasse.

O Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker diz que as partes envolvidas ainda não falam a uma só voz: “ainda não chegámos a um ponto em que esteja em condições de dizer que há um acordo. Trabalharei até ao último minuto, até ao último segundo ou milésimo de segundo, para impedir que o projeto da moeda única falhe.”

Se a questão grega gera polémica, a proposta da Comissão Europeia para a realocação de migrantes, na agenda da cimeira, não é menos controversa.

Alguns Estados-membros rejeitam um sistema obrigatório de quotas. O plano do executivo comunitário está longe de gerar consenso.

James Franey, euronews – “mais de 200 mil migrantes atravessaram o Mar Mediterrâneo no ano passado e alguns grupos de direitos humanos dizem que o plano da União Europeia não vai suficientemente longe. As perspetivas económicas pouco animadoras a par do aumento de partidos anti-imigração na Europa deixam antever que este será um passo que os líderes europeus estão pouco recetivos a dar.”