Rússia reabre inquérito ao assassínio do último Czar

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A Rússia desenterra o último Czar para tentar pôr fim às dúvidas sobre a autenticidade dos restos mortais da família imperial. Os cadáveres de

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A Rússia desenterra o último Czar para tentar pôr fim às dúvidas sobre a autenticidade dos restos mortais da família imperial.

Os cadáveres de Nicolau II e da mulher, Alexandra, foram exumados esta quarta-feira, na catedral de Pedro e Paulo, em São Petersburgo.

Os investigadores pretendem utilizar o material genético para poder identificar os corpos dos dois filhos do casal imperial, Alexei e Maria, assassinados com toda a família, em 1918, após a revolução bolchevique.

O processo pretende pôr fim a uma investigação de mais de duas décadas ao assassínio, concluída há sete anos, com a identificação do corpo do último czar.

A reabertura do inquérito ocorre quando os corpos dos dois filhos do imperador deveriam juntar-se aos da restante família, durante uma cerimónia prevista para outubro.

Um funeral entretanto adiado face às dúvidas da Igreja Ortodoxa, que tinha já canonizado toda a família como “mártires”.

Desde a subida ao poder de Vladimir Putin que as autoridades oficiais não hesitam em desenterrar o passado imperial, depois de terem reconhecido a família do último czar como “vítimas da repressão política bolchevique”.

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