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Juncker quer uma Europa com respostas comuns

Juncker quer uma Europa com respostas comuns
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Com Sophie Desjardin e LUSA

O mundo é cada vez maior e a Europa é cada vez mais pequena (...) Só juntos é que podemos ser e continuar a ser incontornáveis.

Jean-Claude Juncker Presidente da Comissão Europeia

Necessidade de União, recados à Grã-Bretanha na hora do Brexit, a ideia de uma rede europeia de jovens voluntários e um aviso para que a Europa tenha uma palavra importante a dizer em conflitos como o da Síria: Tudo isso fez parte do discurso do Estado da União, por Jean-Claude Juncker. É o discurso anual do presidente da Comissão Europeia perante o Parlamento Europeu.

O futuro da Europa

*“Não destruímos nem criamos riscos. O que queremos é construir, queremos uma melhor Europa.

Acredito que os próximos 12 meses vão ser decisivos se quisermos reunir a União. Se queremos mostrar ao mundo que a Europa é uma força que ainda é capaz de ter uma ação conjunta”.*

A missão da Europa

*“A Comissão propõe criar uma força europeia de solidariedade. Os jovens de toda a União Europeia vão poder oferecer ajuda onde ela for mais precisa, para responder a situações como a crise dos refugiados ou o recente terramoto em Itália. Estes jovens vão poder desenvolver as capacidades e conseguir não só trabalho, como uma experiência humana incalculável.

Uma Europa que protege é uma Europa que se defende. Em primeiro lugar, devemos defender-nos contra o terrorismo – é uma prioridade absoluta. Da mesma forma que estamos unidos no luto, devemos estar unidos na resposta coletiva.

Devemos continuar fiéis a nós próprios, aos nossos valores, às nossas sociedades democráticas, plurais, abertas e tolerantes”.*

O lugar da Europa no mundo

*“O mundo é cada vez maior e a Europa é cada vez mais pequena. Se queremos manter o nosso lugar e a nossa influência no mundo, é evidente que só juntos é que podemos ser e continuar a ser incontornáveis. Reparem no conflito que está a assolar a Síria. As consequências para a Europa são imediatas, mas onde está a União? Onde estão os Estados-membros nas negociações com vista à resolução do conflito?

A história não se lembrará de nós, mas lembrar-se-á dos nossos erros. Não queremos ser vistos como os responsáveis pelos erros que puseram fim ao sonho europeu”.*

Juncker disse ainda que o Brexit não significava o fim da Europa e defendeu a criação de um quartel-general único, com sede em Bruxelas, para centralizar toda a defesa europeia – uma das ideias mais criticadas pelo Reino Unido ao decidir a saída da União.