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OMS defende imposto para bebidas açucaradas

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OMS defende imposto para bebidas açucaradas

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As bebidas açucaradas estão na linha de mira da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para combater a obesidade ou a diabetes, a agência da ONU defende um aumento dos impostos de pelo menos 20% sobre refrigerantes, por forma a baixar o consumo, na mesma proporção.

Além disso, no relatório “Políticas fiscais para a dieta e a prevenção de doenças não transmissíveis:http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2016/curtail-sugary-drinks/en/, a OMS sugere a atribuição de subsídios aos legumes e às frutas, para reduzir os preços ao consumidor.

Segundo a OMS, em 2014, em todo o mundo, 39% dos adultos tinham excesso de peso e os números duplicaram desde 1980.

Estima-se também que 42 milhões de crianças com menos de cinco anos tenham excesso de peso ou obesidade, um aumento de cerca de 11 milhões nos últimos 15 anos.

Já o número de pessoas a viver com diabetes tem vindo a aumentar. Passou de 108 milhões, em 1980, para 422 milhões, em 2014. A doença terá provocado, de forma direta, 1,5 milhões de mortes em 2012.

México e Hungria já aplicam impostos a produtos com elevados níveis de açúcar e, em Portugal discute-se a introdução de uma medida semelhante.

Segundo o Jornal de Negócios, o governo vai avançar com um imposto sobre os refrigerantes e a medida vai constar já no orçamento de Estado para 2017. O jornal revela que o plano em cima da mesa prevê dois escalões, até um máximo de 16,44 cêntimos por litro, o que significa mais cinco cêntimos numa lata de bebida.