Exército iraquiano acusado de crimes vingativos contra refugiados sunitas

Exército iraquiano acusado de crimes vingativos contra refugiados sunitas
Direitos de autor 
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

A organização Amnistia Internacional (AI) lançou um alerta para o risco de violações dos direitos humanos por parte do exército iraquiano durante a ofensiva em…

PUBLICIDADE

A organização Amnistia Internacional (AI) lançou um alerta para o risco de violações dos direitos humanos por parte do exército iraquiano durante a ofensiva em Mossul.

Num relatório publicado esta terça-feira, a AI acusa o exército iraquiano e as milícias aliadas de crimes de guerra contra a população sunita.

O documento – “castigados pelos crimes do EI” – compila mais de 470 testemunhos de sunitas alvos de torturas e execuções sumárias depois de escaparem das localidades retomadas ao grupo islamita.

A Amnistia Internacional pediu ao governo que investigue as ações vingativas, quando a milícia xiita Multidão Popular, que participa na ofensiva de Mossul, é acusada de ter torturado vários prisioneiros sunitas.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Estados Unidos lançam ataque maciço contra milícias no Iraque e na Síria

Forças israelitas terminam operações no norte de Gaza

Israel devolve 80 cadáveres às autoridades palestinianas: "Vão ser provas de crimes de guerra"