Dissientes cubanos no exílio festejam morte do "ditador" Castro

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De  Euronews
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A morte do ex-presidente cubano Fidel Castro, que conduziu um exército rebelde à vitória em Cuba, abraçou o comunismo de estilo soviético e desafiou o poder de 10 presidentes dos EUA durante meio séc

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A morte do ex-presidente cubano Fidel Castro, que conduziu um exército rebelde à vitória em Cuba, abraçou o comunismo de estilo soviético e desafiou o poder de 10 presidentes dos EUA durante meio século, não porovoca lágrimas
de tristeza na Florida exílio de milhares de dissidentes cubanos.

“Eu não deveria estar feliz porque uma pessoa morreu, mas esta pessoa separou a minha família. Os meus pais nunca conseguiram ver Cuba de novo”.

“Eles celebram porque sabem que os seus pais e avós foram reprimidos por essa pessoa, então não há divisão, aqui esta noite, todos comemoram, todas as gerações estão a celebrar a morte do ditador”.

O reinado de Castro sobre a ilha-nação a 145 quilómetros da Flórida foi marcado repressão, assassinato e desaparecimento de centenas de dissidentes.

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