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Donald Trump força construtores automóveis a relançar produção nos Estados Unidos

Donald Trump força construtores automóveis a relançar produção nos Estados Unidos
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O presidente norte-americano, Donald Trump, quer reduzir as regulamentações ambientais e baixar os impostos para atrair empresas e empregos para os Estados Unidos. A garantia foi dada num encontro com os dirigentes dos três principais construtores automóveis norte-americanos: Mary Barra, da General Motors, Mark Fields da Ford e Sergio Marchionne da Fiat Chrysler Automobiles (FCA).

O encontro foi anunciado pelo próprio Trump no Twitter:

Durante a reunião na Casa Branca, o novo presidente norte-americano afirmou: “Vamos trazer a produção de novo para os Estados Unidos. Vamos reduzir substancialmente os impostos e eliminar a legislação desnecessária. Queremos legislação, mas verdadeira legislação e com sentido. Vamos simplificar os procedimentos para os construtores automóveis e para todos os que quiserem fazer negócios nos Estados Unidos. Creio que passaremos de um país inóspito para um extremamente hospitaleiro”.

No final do encontro, os dirigentes mostravam-se satisfeitos.

Mark Fields, à frente da Ford, disse que foi uma “reunião encorajadora” e que pretende trabalhar com a administração para “o renascimento da indústria americana”.

Já Sergio Marchionne, da Fiat Chrysler, foi mais contido nas declarações e disse que Trump não revelou que legislação será eliminada.

Para repatriar empregos, Trump quer ver criadas, rapidamente, novas fábricas: “Sou, em grande medida, um ambientalista, acredito nisso, mas está fora de controlo. Em breve saberão se damos ou não as autorizações ambientais. O processo será breve. Em termos gerais, vamos dar as autorizações. Vamos ser muito afáveis”.

Durante a campanha eleitoral, Donald Trump ameaçou impor taxas aduaneiras de 35% aos veículos produzidos fora dos Estados Unidos.

Face à pressão, os construtores automóveis já anunciaram milhões de dólares de investimento.

A Ford, um dos principais alvos das críticas de Trump, já abandonou o plano de construção de uma fábrica no México e vai reforçar os centros de produção nos Estados Unidos.