Exército filipino cerca radicais em Mindanao

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De  Ricardo Figueira
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Às tropas terrestres juntou-se a força aérea, que atacou vários locais ocupados pelos radicais do Maute.

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A situação nas Filipinas está mais calma, esta quinta-feira, depois de o exército ter isolado os vários grupos de guerrilheiros do Maute, um grupo islamita ligado ao Daesh, que tinha cercado a cidade de Marawi, na ilha de Mindanao. Às tropas terrestres juntou-se a força aérea, que atacou vários locais ocupados pelo grupo radical.

O presidente Rodrigo Duterte impôs a lei marcial na ilha de Mindanao, a segunda maior das Filipinas e uma das zonas mais pobres do país. Ameaçou já estender a situação a todo o território filipino.

Segundo o Presidente da Câmara de Marawi, vários grupos de homens armados continuam a ocupar edifícios da cidade, cercados pelo exército, mas sem haver combates diretos.

Os guerrilheiros fizeram vários reféns, sobretudo cristãos, e libertaram cerca de 100 prisioneiros. A situação dos reféns é incerta. Centenas de civis, incluindo muitas crianças, continuam refugiados num campo militar. Para já, o balanço dos combates é de 13 mortos entre os radicais e sete no exército filipino.

A comunidade internacional está preocupada com as possíveis consequências da lei marcial, já que Duterte é conhecido pelos abusos cometidos, nomeadamente, durante a campanha contra a droga, que resultou na morte de um grande número de civis.

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