Tribunal confirma pena de soldado israelita que matou terrorista ferido

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Os juízes também não aceitaram o pedido da acusação de aumentar a pena de Elor Azaria.

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Um tribunal militar de Israel rejeitou este domingo o recurso apresentado por um soldado franco-israelita e confirmou a condenação de 18 meses de prisão por ter morto a sangue frio um palestiniano ferido.
Os juízes também não aceitaram o pedido da acusação de aumentar a pena de Elor Azaria. Neste processo que ganhou muito mediatismo, a ONU considerou a pena demasiado ligeira uma vez que se trata de um ataque aos direitos humanos. Já o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa defendem um indulto.

O caso ocorreu a 24 de março do ano passado. Azaria estava a servir como médico nas Forças Armadas israelitas, na cidade de Hebron, na Cisjordânia, quando uma dupla de terroristas palestinianos atacou outro soldado.
Um dos palestinianos foi morto e o segundo ficou ferido. Nessa altura Azaria aproximou-se do militante palestiniano e disparou um tiro na cabeça a sangue frio, matando-o instantaneamente.

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