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Última hora. Ex-professor de Cambridge envolvido em escândalo de plágio encontrado morto em casa

Arday transportando a tocha olímpica em 2012, em Londres
Arday transportando a tocha olímpica em 2012, em Londres Direitos de autor  AP Photo
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De Gavin Blackburn & Euronews
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Arday ganhou destaque quando a universidade o nomeou, em 2023, o seu mais jovem professor negro, mas depois enfrentou acusações crescentes de plágio na tese de doutoramento e de ter mentido sobre outras alegações.

Jason Arday, antigo professor da Universidade de Cambridge no centro de um escândalo de plágio, foi encontrado morto em casa, em Battersea, noticiaram esta sexta-feira vários meios de comunicação britânicos.

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Arday apresentou a demissão do cargo na Universidade de Cambridge na semana passada, pouco depois de a prestigiada instituição britânica ter anunciado uma investigação às várias acusações de que era alvo.

Ganhou destaque nas notícias quando a universidade o nomeou, em 2023, o seu mais jovem professor negro, mas desde então tem enfrentado acusações crescentes de que plagiou partes da sua tese de doutoramento.

Surgiram igualmente dúvidas sobre alguns dos feitos que reivindicava, incluindo o de ter corrido 30 maratonas em 35 dias, com Arday e os seus defensores a alegarem que o racismo motivou parte do escrutínio.

Numa carta publicada online, afirmou que sair era “a única forma” de pôr fim a um “período difícil”, mas insistiu que a decisão não devia ser “confundida com uma aceitação das narrativas que têm rodeado a minha pessoa”.

“É simplesmente a decisão de alguém que chegou ao limite do que se pode razoavelmente esperar que qualquer pessoa suporte”, escreveu.

Arday adiantou que se demitia, com “efeito imediato”, dos cargos de professor de sociologia da educação em Cambridge e de membro do Jesus College da universidade.

Em junho, a universidade tinha defendido Arday de forma veemente, denunciando “uma campanha vil para minar a sua credibilidade” e garantindo que as alegações de plágio relativas à sua “tese e publicações científicas” tinham sido investigadas e afastadas pela “instituição competente” e pelas revistas.

Outras fontes • AFP

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