Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.

Última hora

Última hora

Colômbia rejeita opção militar dos EUA para a Venezuela

Colômbia rejeita opção militar dos EUA para a Venezuela
Tamanho do texto Aa Aa

A Colômbia não alinha numa eventual intervenção militar estrangeira na Venezuela.

Na sexta-feira, Donald Trump admitiu a ação militar entre as muitas opções para um país onde o Presidente dos Estados Unidos diz haver “muita gente a sofrer e a morrer”.

Ao lado do vice-presidente norte-americano Mike Pence, o líder colombiano Juan Manuel Santos garantiu: “A América Latina — todos os países, diria eu — não concordariam com uma intervenção militar (na Venezuela). Uma transição no regime venezuelano rumo à democracia deve ser uma transição pacífica.”


Mike Pence não colocou de parte a solução pacífica, mas reforçou o aviso manifestado dias antes pelo chefe da Casa Branca.


“Os Estados Unidos, a Colômbia e as nações livres da América Latina não vão ficar em silêncio. A Venezuela está a derrapar para uma ditadura e, como Presidente Trump já o disse, os Estados Unidos não vão ficar a assistir à derrocada da Venezuela”, reiterou Pence.

Após a ameaça de Donald Trump, o ministro venezuelano da Comunicação anunciou durante o fim de semana uma marcha anti-imperialista a realizar esta segunda-feira, numa publicação pelas redes sociais da internet acompanhada pela “hashtag” #StopTrump (n.: Parar Trump).


O executivo de Nicolás Maduro cerra fileiras, apela à união da América Latina contra os Estados Unidos e ignora as acusações de estar a implementar uma ditadura no país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e está a atravessar há meses uma grave crise política, social e económica.

1:20 end