Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.

Última hora

Última hora

Riade quer sanções contra o Irão

Riade quer sanções contra o Irão
Tamanho do texto Aa Aa

A Arábia Saudita quer uma maior intervenção da Agência Internacional da Energia Atómica e sanções contra o Irão. A tensão entre os dois países tem vindo a crescer. Principalmente, depois do lançamento de um míssil balístico, contra território saudita, a partir do Iémen, alegadamente, por rebeldes huthis. Riade, acusa o Irão de controlar esta tribo. À NBC o chefe da Diplomacia saudita pediu ação:

“Gostávamos que a Agência Internacional de Energia Atómica fizesse um trabalho muito mais sólido, no que diz respeito ao acordo nuclear. A outra questão tem a ver com o comportamento do Irão, o seu apoio ao terrorismo e o seu programa de mísseis balísticos, ambos são violações das resoluções internacionais. Por isso, gostaríamos de ver sanções contra o Irão pelo apoio ao terrorismo e por violar as resoluções sobre mísseis balísticos das Nações Unidas”, adiantou o ministro dos Negócios Estrangeiros saudita.

Antes deste lançamento o primeiro-ministro do Líbano anunciava, em visita a Riade, a sua demissão. Saad Hariri, aliado saudita, afirmava correr risco de vida e descrevia o Hezbollah como “braço iraniano” no seu país. Al-Jubeir concorda:

“O Hezbollah colocou obstáculos em cada iniciativa do primeiro-ministro Hariri. O Hezbollah quase que manteve refém o sistema libanês e tem sido o instrumento usado pelo Irão para dominar o Líbano, o instrumento usado pelo Irão para intervir na Síria, com Hamas e com os Houthis. Assim, percebe-se o papel que o Hezbollah tem em toda a região”, afirmou Al-Jubeir.

O Hezbollah, partido e milícia xiita, aliado de Teerão, integra o governo libanês formado há menos de um ano e extremamente frágil. A demissão de Hariri desencadeou mais críticas ao Irão, vindas de países como os EUA ou Israel.