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Mueller contempla a hipótese de interrogar Trump

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De acordo com informação avançada esta segunda-feira pelo The Washington Post, o procurador que lidera a investigação sobre a alegada interferência russa nas presidenciais dos EUA de 2016 reuniu-se em dezembro com os advogados de Trump para discutir possíveis condições de uma entrevista

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Donald Trump poderá vir a ser interrogado dentro de semanas pelo procurador especial à frente investigação sobre a alegada interferência russa nas presidenciais de 2016 nos EUA.

A informação foi avançada esta segunda-feira pelo The Washington Post. O jornal refere que Robert Mueller se reuniu em dezembro com os advogados de Trump para discutir possíveis condições de uma entrevista ao chefe de Estado.

"Claramente a equipa de Mueller gostaria de uma entrevista presencial. Querem poder ser capazes de olhar através da mesa. Querem conseguir tocar em algumas teclas", sublinha Frank Figliuzzi, antigo subdiretor da divisão de contra inteligência do FBI.

A opção de não prestar depoimento está descartada.

"É o Presidente dos EUA. Por isso, se não prestar depoimento depreende-se que é culpado", acrescenta Nick Ackerman, ex-assistente do procurador dos EUA.

Avessos a um confronto cara-a-cara, os advogados já indagaram a possibilidade de Trump responder a algumas perguntas por escrito.

O Presidente mostra-se tranquilo com a investigação no quadro da qual o antigo diretor de campanha, Paul Manafort, está acusado de 12 crimes. Um deles o de tentar prejudicar os EUA nas relações com a Ucrânia.

Já Michael Flynn, o antigo conselheiro de segurança de Trump, aceitou as acusações de falso testemunho por ter mentido ao FBI sobre as conversas com o antigo embaixador russo em Washington, Sergei Kislyak, e admitiu que lhe foi pedido para contactar com a Rússia.

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