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Milhares de civis fogem dos combates na Síria

Milhares de civis fogem dos combates na Síria
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A Turquia nega o ataque desta sexta-feira a um hospital da cidade de Afrin, na Síria. Através da sua conta no Twitter, o comando militar turco afirmou que "A Operação Ramo de Oliveira exclui qualquer dano às populações”.

Segundo informações do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, pelo menos dez pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no bombardeamento das forças turcas que atingiu o principal hospital da cidade.

Os combates em Ghouta Oriental e em Afrin estão a provocar uma nova vaga de deslocados e a Unicef alerta, mais uma vez, para a situação dramática das crianças sírias. Geert Cappelaere, diretor regional da organização para o Médio Oriente e Norte de África, aponta ao dedo aos responsáveis pelo conflito.

“Não houve um único dia nem um único momento, nos últimos sete anos, em que os dois lados da guerra e os países com influência nestes combates mostrassem o menor respeito pelo princípio sagrado da protecção das crianças, onde quer que elas estejam. Em nenhum momento mostraram respeito por este princípio”.

A guerra na Síria entrou esta quinta-feira no oitavo ano. O Observatório Sírio de Direitos Humanos regista, até agora, mais de 354 mil mortes.

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