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Vírus do Nilo matou 16 pessoas na Grécia

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Vírus do Nilo matou 16 pessoas na Grécia

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16 pessoas morreram na Grécia depois de terem sido infetadas com o vírus do Nilo Ocidental, informou, quarta-feira, o ​Centro Grego de Controle e Prevenção de Doenças (KEELPNO ).

A diretora do departamento de doenças infecciosas, Danai Pervanidu, disse, à agência de notícias grega NAMA, que 133 casos foram registados desde o início da temporada dos mosquitos, no final de maio, 16 dos quais foram fatais

"80% das picadas ocorrem sem sintomas, 20% das pessoas afetadas desenvolvem uma infeção viral e 1%, na maioria pessoas idosas com outras doenças, acabam por sofrer de encefalite ou meningite", explicou a diretora.

"A propagação do vírus é bastante ampla e têm sido detetados surtos em muitos municípios. Os principais focos foram registados em Ática (região da capital) e Macedónia Central (norte) ", informou a diretora.

As autoridades apelaram aos cidadãos para se protegerem seguindo as recomendações: usar repelentes, calças e mangas compridas nas horas de maior presença do mosquito, e consultar um médico logo que surjam sintomas como febre, dor de cabeça, diarreia, vómitos desconforto ou fadiga.

Em Portugal, de acordo com o Serviço Nacional de Saúde, "até à data em 2018 não foi confirmado laboratorialmente pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge qualquer caso humano de infeção pelo Vírus do Nilo Ocidental. O último caso confirmado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge data de 2015 (1 caso) e antes disso apenas em 2010 (também 1 caso) se confirmou um caso humano de infeção por Vírus do Nilo Ocidental."

De acordo com o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças, entre 17 e 23 de agosto de 2018, os Estados-Membros da União Europeia (UE) comunicaram 136 casos humanos de febre do Nilo Ocidental: Itália (59), Grécia (31), Roménia (25), Hungria (19) e França (2). Os países vizinhos da UE comunicaram 82 casos: Israel (49) e Sérvia (33).