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Nomeados para Prémio Turner no Tate Britain

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Nomeados para Prémio Turner no Tate Britain

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O museu de arte moderna Tate Britain, em Londres, está a expor o trabalho dos nomeados para o prémio Turner. Uma celebração da arte britânica dominada, este ano, pelas imagens em movimento. A forma dominante que os quatro artistas finalistas encontraram para passar a mensagem.

"Os artistas deste ano representam o que de melhor está a acontecer na arte contemporânea atualmente e discutem questões realmente urgentes. Eles falam sobre política, identidade gay, política racial, assuntos para os quais nós, como sociedade, precisamos de olhar agora mesmo", revela Linsey Young, curadora de arte britânica contemporânea do Tate Britain.

Para ver todos os filmes expostos pelos nomeados serão precisas pelo menos quatro horas.

O júri de 2018 é composto pelo crítico de arte e editor internacional da ArtReview Oliver Basciano, por Elena Filipovic, diretora da Kunsthalle Basel, Lisa Le Feuvre, diretora executiva da Fundação Holt-Smithson, e Tom McCarthy, romancista e escritor.

O prémio, que ganhou o nome do pintor inglês Joseph Mallord William Turner, será entregue em dezembro.A exposição está aberta ao público até 6 de janeiro.

Lista dos nomeados

Arquitetura Forense: Uma equipa interdisciplinar que inclui arquitetos, cineastas, advogados e cientistas; o trabalho da Arquitetura Forense usa o ambiente construído como ponto de partida para explorações de violações de direitos humanos.

Naeem Mohaiemen: Abrangendo filmes, instalações e ensaios, a sua prática investiga a política de esquerda transnacional no período após a Segunda Guerra Mundial, os legados da descolonização e o apagamento e reescrita de memórias de utopias políticas.

Charlotte Prodger: Trabalha predominantemente com imagem em movimento, escultura, escrita e performance. Explora questões relacionadas com a identidade, a paisagem, a tecnologia da linguagem e o tempo.

Luke Willis Thompson: Trabalha com cinema, performance, instalação e escultura, para abordar histórias traumáticas de classe, desigualdade racial e social, violência institucional, colonialismo e migração forçada.

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