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Catalunha de laço amarelo ao peito

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Catalunha de laço amarelo ao peito

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Um ano depois, os laços amarelos permanecem ao peito. A 1 de Outubro de 2017, os catalães saíam à rua para votar a independência da região, num referendo não reconhecido pelo Tribunal Constitucional. A Escuela Mediterranea tornou-se então num símbolo da luta independentista, depois de naquele dia ter sido irrompida pela polícia nacional para dissipar as pessoas que ali votavam e recolher os boletins de voto.

"Naquele dia saímos para defender nossa liberdade e dignidade, fomos espancados, fizeram-nos muito mal e foi uma ag ressão para todas as pessoas, porque havia muitas pessoas que não estavam nas filas de voto, naquele dia, mas que também se sentiram atacadas. Foi uma agressão à vontade do povo", relembra Lluis Campins, residente de Barcelona, que votou naquela escola.

A violência continua a ser lembrada pelos catalães como reflexo da opressão de que dizem ser alvos. Marcos Beiras, é porta-voz do Sindicato da Polícia Nacional e da Guardia Civil. É também um dos polícias nacionais que participaram na operação policial, para quem a justiça está a ser feita. "Os excessos de violência têm de ser avaliados pelos juízes e estão a ser. Todos os companheiros que foram denunciados estão a ser julgados pelos devidos tribunais", defende.

O braço-de-ferro com Madrid, teve consequências para a Catalunha. Depois da prisão dos membros do governo separatista, a independência da região parece estar mais longe.