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Seis cidades finlandesas funcionam em rede

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Seis cidades finlandesas funcionam em rede
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As seis cidades mais importantes da Finlândia trabalham em rede em dezenas de projetos para serem mais sustentáveis e mais humanas. A euronews esteve nas cidades de Oulu e Helsínquia para ver como funciona a rede finlandesa intitulada 6 cidades.

Um serviço de carros elétricos partilhados foi um dos projetos implementados pela rede finlandesa. O sistema chama-se Drive Now. O utilizador paga dois euros para desbloquear o carro e alguns cêntimos por minuto de utilização.

"Costumava usar este serviço uma vez por mês quando precisava fazer apenas um percurso de ida. É muito prático porque não é preciso devolver o carro, podemos estacioná-lo por todo o lado", contou Ville Nousiainen, residente em Helsínquia.

Além do sistema de carros partilhados, o projeto finlandês 6 cidades propõe toda uma série de iniciativas comuns a vários territórios. O projeto conta com a participação de dezenas de empresas.

Um cidadão em cada três, na Finlândia, beneficia desta rede de mais de 50 projetos. O custo total da iniciativa ronda os 100 milhões de euros. Metade do valor é financiado pela Política Europeia de Coesão.

A União faz a força na Finlândia

Uma vez por mês, os representantes das seis cidades reúnem-se em Helsínquia para avaliar os projetos. Há sempre novas ideias em teste. Este ano, as duas áreas em destaque são a eficiência energética e a economia circular. Mas, há também iniciativas na área da saúde e da educação.

A cidade de Oulu é uma das seis parceiras da rede finlandesa. Os estudantes de Oulu testam atualmente três projetos, um deles é uma ferramenta digital. A aplicação Breikkeri foi testada por alunos de oito anos durante as aulas de matemática.

"Apercebemo-nos que se aumentarmos a alegria e o lado lúdico, a aprendizagem melhora", disse Sanna Virtanen, fundadora da aplicação educativa.

A aplicação está a ser usada em 120 escolas finlandesas. Quando um dos projetos da rede funciona bem, passa a ser aplicado noutros lados.

"Somos uma escola piloto e outras escolas finlandesas podem ver o que fazemos, o que é positivo também para as empresas envolvidas no projeto. Vamos continuar a trabalhar até ao final de 2019 e espero que continuemos a a fazê-lo depois", afirmou Matti Ahola, diretor da Escola Hintan Koulu, em Oulu.

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